“Uma vez por semana, o príncipe Augusto deixava o luxo e o…

“Uma vez por semana, o príncipe Augusto deixava o luxo e o fausto de sua tenda no campo dos essebeteus, e saía a perambular entre os necessitados, os andarilhos e os mendigos. Pintava o rosto com a cinza de carvões, e dizia aos guardas, ocultos entre os arbustos: ‘Se me tocarem, revelem-se para que saibam quem eu sou’. Quando voltava à tenda, o príncipe contava as novas dos pobres e dos aflitos: ‘Minha pele, mesmo maquiada, é testemunho do sofrimento do próximo. Encham a banheira’.”

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