Cruzeiro vence o Boa com gol no fim e supera revés da Libertadores

  • lance capital
    42 do 2º tempo
    Éverton Ribeiro cruza da esquerda, e Júlio Baptista pega de primeira, sem muita força e no meio do gol. Mas o goleiro Leandro não evita o 1 a 0.
  • quase
    na trave
    O Cruzeiro acertou a trave três vezes antes de abrir o placar: foram dois chutes de Willian e um de Marcelo Moreno, todos de fora da área.
  • novidade
    Samudio
    O lateral-esquerdo ganhou a vaga de Egídio e pela primeira vez começou uma partida com o time titular. Ele já havia atuado duas vezes com os reservas.
O Cruzeiro mostrou que parece estar recomposto do golpe sofrido diante do Defensor, que na quinta-feira conseguiu um empate no Mineirão já nos acréscimos, pela Libertadores. E foi também com um gol no fim: Júlio Baptista marcou aos 42 minutos do segundo tempo para garantir a vitória por 1 a 0 sobre o Boa Esporte, neste domingo, pela primeira partida da semifinal do Campeonato Mineiro. O placar magro em Varginha não refletiu o que foi o jogo: o time da capital foi amplamente superior e teve várias chances de gol.
O Cruzeiro agora pode até perder por um gol de diferença na partida de volta, que avança à final do estadual. A vitória foi fruto de muita persistência, após três bolas na trave e defesas difíceis do goleiro Leandro, do Boa Esporte. O camisa 1 do time de Varginha, entretanto, falhou no gol de Júlio Baptista.
Everton Ribeiro, que fez a jogada do gol, disse que a vitória melhora o astral após o 2 a 2 com o Defensor, que deixou o Cruzeiro em terceiro lugar no Grupo 5 da Libertadores.
– Uma vitória sempre melhora tudo. Precisamos disso, vencer para recuperar a confiança. Não que tenhamos perdido a confiança, mas porque fica um gostinho amargo. Estamos no caminho certo para chegar até a final do Mineiro.
O jogo de volta será no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte.
cruzeiro x boa esporte (Foto: Tarcisio Badaró)O Cruzeiro lutou muito para passar pela forte marcação do Boa Esporte (Foto: Tarcisio Badaró)
Pressão e volume de jogo
O fato de jogar na casa do Boa Esporte, em Varginha, não intimidou em nada o Cruzeiro. Buscou o ataque desde os minutos iniciais e já havia criado seis boas chances de gol antes dos 20 minutos. Mas foi parado pela trave e pelo bom goleiro Leandro. O Boa se limitava a se defender, só tentando a sorte em lances de contra-ataque, que a defesa cruzeirense, bem postada e com rápida recuperação, tratava de anular.
O volume de jogo do Cruzeiro permaneceu intenso até o final do primeiro tempo. O apoio constante dos laterais Mayke e Samudio e as boas atuações de Éverton Ribeiro e Willian, porém, não foram suficientes para que a Raposa abrisse o placar antes do intervalo.
Água mole em pedra dura…
O segundo tempo teve panorama diferente do primeiro. O Cruzeiro continuou marcando presença no campo de ataque, mas o Boa Esporte voltou mais organizado e teve bons momentos, principalmente em lances de contragolpe, levando perigo ao goleiro Fábio.
O excesso de chances perdidas e o passar do tempo foram deixando o Cruzeiro nervoso em campo, o que gerou afobação e erros de passes em excesso. Marcelo Oliveira mexeu no time, colocando Henrique, Alisson e Marcelo Moreno.
Quando parecia que o jogo terminaria sem gols, brilhou a estrela de Júlio Baptista. Ele se antecipou à zaga após cruzamento de Éverton Ribeiro e concluiu. O goleiro Leandro, que até então vinha tendo ótima atuação, falhou e não evitou o gol, aos 42 minutos.
Fonte:Globoesporte.com

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