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Ao lado do pai, Neymar nega crime fiscal: “queremos dar um basta”


fonte: Divulgação


Ao lado do pai, Neymar nega crime fiscal: “queremos dar um basta”

Ao lado do pai, Neymar nega crime fiscal: “queremos dar um basta”

Acusados de fraude e sonegação fiscal em relação a transferência para o Barcelona, em 2013, Neymar e seu pai decidiram falar. Com depoimentos marcados para a próxima terça-feira (2), o jogador, acompanhado de seu pai concederam entrevista ao fantástico, da TV Globo, na noite deste domingo (31), e negaram que tenham cometido qualquer irregularidade.

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“A gente quer dar um basta nisso. Chega disso. Esse procurador, se está procurando holofotes, vai conseguir. A gente vai dar um basta nessa questão. Vamos esclarecer definitivamente isso. Eu queria que a justiça desse conta, mas a gente já está cansado e quer esclarecer o mais rápido possível”, declarou Neymar pai ao Fantástico.

Segundo publicação da revista Veja, Neymar e o pai teriam criado empresas de fachadas com o objetivo de adulterar documentos, driblando o fisco. Irritado com as acusações, o pai do atleta pediu que provem as insinuações contra sua família.

“Não tem nada contra a gente. Quero saber os fatos. Se a gente cometer algum erro tributário, não tem problema. Vamos pagar. Agora nos acusar de adulteração e sonegação, aí já passou dos limites”, afirmou.

O atacante do Barcelona ainda destacou que seu pai cuida de toda a sua carreira para que ele se foque em jogar futebol, e ressaltou conseguir se focar em seu trabalho mesmo sob tantos problemas. Ainda assim, Neymar afirmou que ver o nome de seu pai envolvido nas investigações atrapalham seu dia a dia.

“Meu pai faz tudo para que eu só jogue bola. A partir do momento que você vê a pessoa que você ama sofrendo com isso, falando coisas que ele não é… Aí começa a doer. Antes de sair falando besteira, sair falando que sonegamos, que prove”, disso o jogador.

“Quando começa a afetar a família, atrapalha um pouco, mas eu sou um cara que Deus me deu o dom de ser um pouco mais focado no que eu amo fazer, que é jogar futebol. Eu foco só no que eu tenho que fazer”, completou.

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Benzema volta a depor em investigação de chantagem contra Valbuena


fonte: Facebook/Reprodução


Benzema volta a depor em investigação de chantagem contra Valbuena

Benzema volta a depor em investigação de chantagem contra Valbuena

O atacante Karim Benzema voltou a depor à justiça francesa nesta quinta-feira em meio às investigações do suposto caso de chantagem contra o meia Mathieu Valbuena com uma fita de conteúdo sexual, em um caso no qual o atleta do Real Madrid é alvo por cumplicidade.

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Benzema prestou depoimento à juíza de instrução de Versalhes Nathalie Boutard, segundo o jornal “Le Parisien”, que ressaltou que não foram divulgadas informações sobre a sessão e que o advogado do atleta não quis fazer comentários.

De acordo com o periódico, Nathalie pretende organizar uma acareação entre os cinco acusados nos próximos dias. Pelo menos até então, Benzema continuará sob controle judicial e não poderá contato com Valbuena.

O atacante já tinha se apresentado à juíza em 20 de novembro, quando declarou que sua intermediação no caso foi “um grande mal-entendido”.

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Irmão de Dirceu fica em silêncio durante audiência da Lava Jato


fonte: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Irmão de Dirceu fica em silêncio durante audiência da Lava Jato

Irmão de Dirceu fica em silêncio durante audiência da Lava Jato

O irmão do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula) ficou em silêncio durante audiência da Operação Lava Jato. Luiz Eduardo de Oliveira e Silva é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele foi preso em 3 de agosto durante a deflagração da Operação Pixuleco, 17ª fase da Lava Jato.

Luiz Eduardo não aparece nas imagens da audiência na Justiça Federal. Desde o início dos processos da Lava Jato, os depoimentos são gravados em vídeo e áudio. A defesa do réu pediu ao juiz Sérgio Moro que a câmera não focasse o rosto do irmão de Dirceu.

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Na audiência desta quarta-feira, 27, ele tinha a oportunidade para apresentar seus argumentos diante da acusação da Procuradoria da República. Mas escolheu outro caminho. “Excelência, eu prefiro ficar em silêncio, com todo respeito e atenção”, afirmou diante de Moro, que conduz as ações penais da Lava Jato na 1ª instância.

Luiz Eduardo foi questionado pelo magistrado se não responderia a nenhuma pergunta. “Não, excelência.”

O irmão de Dirceu foi sócio do ex-ministro na JD Assessoria e Consultoria – empresa pela qual o petista teria recebido propinas do esquema de corrupção e propinas instalado na Petrobras entre 2004 e 2014.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, parte das propinas acertadas pela Engevix Engenharia com a Diretoria de Serviços da Petrobras era destinada a Dirceu e ao empresário e lobista Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura, ligado ao PT, “por serem responsáveis pela indicação e manutenção de Renato Duque” no comando da unidade estratégica.

Segundo o Ministério Público Federal, as propinas foram repartidas entre dirigentes da Petrobrás, o PT, Dirceu, seu irmão e Moura entre 2005 e 2014.

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Deputado do DEM vai depor à Zelotes de dentro de gabinete


fonte: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados


Deputado do DEM vai depor à Zelotes de dentro de gabinete

Deputado do DEM vai depor à Zelotes de dentro de gabinete

O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) irá prestar esclarecimentos à Justiça de dentro de seu gabinete na Câmara. Ele será ouvido como testemunha de um dos acusados de participar de esquema de “compra” de medidas provisórias investigado pela Operação Zelotes. A decisão de autorizar a colheita do depoimento no gabinete do parlamentar foi tomada nesta quinta-feira, 28, pelo juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília. O magistrado chegou a questionar se o gabinete possuía estrutura para receber todos os que têm acompanhado os depoimentos da Zelotes: uma série de advogados, réus presos, além do próprio juiz e do procurador Frederico Paiva.

Ainda na manhã desta quinta-feira, foi reiterado que será no próximo dia 2 o depoimento do ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Miguel Jorge. Ele já prestou um depoimento à Polícia Federal e admitiu ter levado ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2008, um pedido do lobista Mauro Marcondes Machado, preso sob suspeita de intermediar a “compra” de medidas provisórias no governo federal. A solicitação se referia ao adiamento de uma norma ambiental que não interessava ao setor automotivo, que ele representava. A previsão é de que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega também seja ouvido na próxima segunda-feira, 2.

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Nesta quinta, foram colhidos depoimentos de quatro testemunhas no processo sobre “compra” de medidas provisórias, arrolados pela defesa de Fernando César Mesquita. Ele foi porta-voz da presidência da República no governo Sarney e já exerceu o cargo de secretário de comunicação do Senado. De acordo com as investigações, Fernando Mesquita trabalharia com o lobista Alexandre Paes dos Santos, o ‘APS’, um dos envolvidos na negociação das MPs e preso desde outubro.

Entre os ouvidos hoje estava o ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) Álvaro Ribeiro Costa. As audiências foram breves, com poucas perguntas e breves explicações dos depoentes sobre a relação com Fernando César Mesquita.

Parte dos depoimentos marcados para a tarde desta quinta-feira foi adiada. Em alguns casos, as testemunhas serão ouvidas em outros Estados ou por meio de carta precatória. Apenas dois dos nove depoimentos agendados para a tarde estão confirmados até o momento.

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Lobista muda versão em depoimento e isenta Dirceu pela indicação de Duque


fonte: Marcello Casal Jr./Agência Brasil


Lobista muda versão em depoimento e isenta Dirceu pela indicação de Duque

Lobista muda versão em depoimento e isenta Dirceu pela indicação de Duque

O lobista Fernando Moura ofereceu ao Ministério Público Federal, em troca de um acordo que o tirou da prisão, um conjunto de revelações de como José Dirceu aparelhou a diretoria de Serviços da Petrobras como forma de alimentar o caixa dois do PT.

No entanto, na última sexta-feira (22), Moura não entregou nada do prometido e ainda isentou o ex-ministro e empresários beneficiados pela indicação de Renato Duque à diretoria da estatal.

Ao depor em Curitiba, Fernando Moura pareceu demonstrar espanto quando foi confrontado com as próprias declarações. Ao fazer seu primeiro depoimento em delação, no dia 28 de agosto, o lobista designou a Dirceu a “dica” para que ele ficasse longe do país durante o processo do mensalão.

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Moura e seus advogados, durante o estágio de negociação, disseram: “depois da divulgação de reportagens que envolviam o meu nome ao escândalo do mensalão, recebi a ‘dica’ de José Dirceu para sair do País e, no começo de 2005, fui para Paris, onde fiquei de março a junho, ficando até o Natal em Miami”.

Mas em sua estreia como delator, Moura recuou: “depois que assinei [o termo do depoimento] que fui ver, diz que o Zé Dirceu me orientou a isso. Não foi esse o caso”.

O lobista é amigo do ex-ministro há 30 anos e chegou a participar de todas suas campanhas. A mudança no depoimento de Moura ajuda a defesa de Dirceu.

Milton Pascowitch, outro delator da Operação Lava Jato, ligou o ex-ministro ao pagamento de propina de fornecedores da diretoria de Serviços da estatal. O pagamento seria feito por meio de contratos de consultoria.

O delator Pascowitch também provou ter assumido reformas em imóveis do ex-ministro e realizado os pagamentos à conta da consultoria de Dirceu, a JD.

Sobre a mudança dos depoimentos de Fernando Moura, um dos coordenadores da Operação Lava Jato, procurador Carlos Fernando dos Santos Lima disse que “ele vai ser intimado para explicar as contradições imensas. Se mentiu, o acordo de colaboração dele pode ser anulado”.

Moura teve como benefícios do acordo de delação a prisão domiciliar. O lobista ficou apenas três meses em regime fechado.

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