Sebrae seleciona ALI com bolsas de até 3,6 mil reais

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Estão abertas até o dia 17 de setembro, as inscrições para o processo seletivo que visa à contratação de novos profissionais para o Programa Agentes Locais de Inovação (ALI). A seleção, sob responsabilidade da empresa Concepção Concursos, será realizada em 15 municípios baianos. As inscrições devem ser feitas através do site, onde também se encontra o edital completo. Através do recrutamento e seleção de candidatos a bolsistas de nível superior, graduados entre outubro de 2011 e outubro de 2014, o Sebrae busca ampliar seu quadro de agentes na capital e no interior do estado. Os concorrentes passarão por análise curricular e documental, prova escrita, entrevista e dinâmica de grupo. As bolsas são de R$ 1,1 mil, durante o período de capacitação, e de R$ 3,6 mil, após o período de capacitação, por até 24 meses. O objetivo é selecionar 90 bolsistas, que irão atuar como Agentes Locais de Inovação. Destes, 60 serão efetivados de imediato e 30 ficarão no cadastro de reserva, cuja validade é de 24 meses. As vagas estão distribuídas entre Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Ilhéus, Itabuna, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Guanambi e Jequié. O edital de seleção contempla ainda duas vagas para Bolsistas Orientadores, lotados em Salvador e Vitória da Conquista. Para essas oportunidades, exige-se mestrado ou doutorado dos candidatos, que serão submetidos a avaliação curricular, análise documental e entrevistas presenciais. Todos os novos Agentes Locais de Inovação receberão bolsas através do CNPq e serão capacitados pelo Sebrae. As inscrições custam R$ 60, para candidatos a agentes, e R$ 80, para candidatos a orientador. Criado pelo Sebrae, o Programa ALI tem o objetivo de promover, através da atuação dos agentes locais, a aproximação das pequenas empresas com os provedores de soluções em inovação, tornando-as mais competitivas. O papel do agente é justamente facilitar, orientar e acompanhar a implantação dessas soluções, moldadas de acordo com as características de cada empreendimento. Além disso, o programa busca a formação de um grupo de profissionais hábeis e talentosos para levar inovação até a pequena empresa.

Douro Azul compra Atlântida com capitais próprios e investe 6 milhões no futuro paquete

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O Atlântida vai ser “um navio de cruzeiros internacionais que poderá navegar em todo o mundo”. Numa primeira fase, vai “estar orientado para trabalhar na Amazónia, Brasil”

A Douro Azul vai pagar 8,7 milhões de euros, com capitais próprios, pelo Atlântida e vai investir seis milhões de euros para transformar o ferryboat em navio de cruzeiros, disse hoje à agência Lusa o presidente da empresa.

“Na sexta-feira, a Douro Azul passará um cheque de capitais próprios. A Douro Azul tem capitais próprios suficientes para adquirir este navio e está neste momento a negociar com três bancos portugueses o financiamento [de seis milhões para obras de remodelação]. Estou convencido que dos três bancos teremos notícias positivas a muito curto prazo”, afirmou Mário Ferreira.

A adjudicação do navio à Mystic Cruises, do grupo Douro Azul, vai ser formalizada na sexta-feira, anunciou hoje à Lusa fonte dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).

A mesma fonte adiantou que o contrato de compra e venda vai ser assinado às 12:00 nas instalações dos ENVC.

Os ENVC decidiram a adjudicação a 31 de julho, depois de terminado o segundo prazo atribuído à Thesarco Shipping, o armador grego que venceu o concurso para a venda do navio, para pagar os quase 13 milhões de euros que tinha proposto, sem que o tenha feito.

O navio foi construído nos ENVC, por encomenda do Governo dos Açores, que depois o rejeitaria em 2009 devido a um nó de diferença na velocidade máxima contratada.

De acordo com Mário Ferreira, o ferryboat vai regressar a Viana do Castelo, aos estaleiros da West Sea, subconcessionária dos ENVC para a intervenção que o vai transformar num navio de cruzeiros, com 105 metros de cumprimento e capacidade para 156 passageiros e 100 tripulantes,

Orçada em seis milhões de euros, a intervenção deverá demorar um ano, estimando a Douro Azul que a embarcação esteja a “navegar a caminho do Brasil na primeira semana de outubro de 2015″.

A remodelação incidirá, sobretudo, nos dois pisos atualmente destinados ao transporte de veículos, que serão transformados em quartos de luxo e suítes.

A zona técnica, explicou, “não será tocada” por estar dotada de equipamentos “altamente evoluídos, mais apropriados para um paquete do que para um ferryboat”.

Para Mário Ferreira, a embarcação possui “equipamentos e determinadas técnicas construtivas demasiado luxuosas e demasiado exigentes para um ferry que deveria transportar camiões e carros”.

Questionado sobre a rejeição do navio pela transportadora açoriana Atlânticoline, o empresário recusou envolver-se “nesta polémica”.

“Já faz parte do passado. Não compreendo nem me compete a mim compreender ou não o porquê do ferry não ter sido aceite. Eles lá terão as suas razões. Para mim o navio é excelente e estou certo que superará as expectativas para o propósito a que está destinado”.

O Atlântida vai ser “um navio de cruzeiros internacionais que poderá navegar em todo o mundo”. Numa primeira fase, vai “estar orientado para trabalhar na Amazónia, Brasil”.

Quanto ao novo nome do Atlântida, adiantou que só estará definido no final do ano por estar dependente “das negociações que estão em curso, até final de novembro, com cinco operadores internacionais [E.U.A, Alemanha, Suíça e Inglaterra], interessados em fretamentos de longo prazo, com a Douro Azul, para a Amazónia”.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico

Agência Lusa

Semáforos amigos podem ajudar a fazer o trânsito fluir

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Por Fernando Calmon

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Conectividade e automação são duas soluções em que os automóveis, daqui em diante, mais avançarão. O segundo recurso ainda depende de redução de custos e de alguma regulamentação adicional dos códigos de trânsito de cada país. Mas a utilização da massa de possibilidades da rede mundial interconectada de computadores, que a internet coloca à disposição, ainda terá desdobramentos surpreendentes para a indústria automobilística.

Na recente Feira de Eletrônica de Consumo (CES, em inglês), em Las Vegas, EUA uma nova tecnologia de reconhecimento avançado dos semáforos de trânsito foi demonstrada para aliviar a dura rotina dos motoristas no dia a dia das cidades. De quebra pode melhorar a fluidez e evitar as pesadas multas de desrespeito eventual à sinalização.

Iniciativa da Audi foi de atrelar a internet a bordo à rede de semáforos inteligentes que muitas cidades utilizam em computadores centrais de controle de trânsito. A novidade é capaz de assimilar em tempo real a sequência e o intervalo de troca de sinais no entorno do carro. Em seguida transmite essa referência ao quadro de instrumentos e o Sistema de Informações ao Motorista (SIM) mostra a velocidade correta para que alcance o maior número possível de sinais verdes. Um ícone representa o semáforo com as três luzes: vermelha, amarelo e verde.

Se o automóvel está parado no sinal vermelho, o SIM calculará o tempo restante até mudar para o verde e reproduzirá uma contagem regressiva no painel. Esse recurso se integra ao sistema desliga-liga o motor e providenciará a partida automática do motor cinco segundos antes de o sinal liberar a passagem.
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A empresa calcula que a interação on line da rede de semáforos com os carros em movimento tem potencial de reduzir as emissões de gás carbônico (CO2) em até 15% em razão de economizar quase um bilhão de litros de combustível por ano, se utilizada em toda a Alemanha, cuja frota total é de quase 50 milhões de veículos.

Segundo o fabricante, a tecnologia já está totalmente funcional, testada e pronta para entrar em produção em toda a sua linha, à espera apenas de autorização governamental. Uma demonstração nas avenidas e estradas em torno de Las Vegas, em janeiro passado, com 50 semáforos ou faróis, foi bem sucedida. Testes também estão em curso na cidade italiana de Verona e envolvem 60 sinais que cobrem praticamente todo o centro da cidade.

Experiência mais abrangente é em Berlim. Na capital alemã, 25 clientes de carros comuns equipados com o sistema interagem com sucesso à rede de 1.000 semáforos inteligentes da cidade.

Conectividade entre automóveis, motoristas e o mundo digital já permite que o veículo procure sozinho, sem ninguém atrás do volante, uma vaga em estacionamento, faça as manobras para entrar na vaga e depois saia e retorne às mãos do seu dono, apenas ao sinal enviado por telefone inteligente.

Acredita-se que antes de se autorizar, em larga escala, a direção autônoma por ruas e estradas, a utilização em velocidade reduzida nos estacionamentos servirá de teste definitivo para a nova tecnologia. Afinal, envolve baixos riscos, além de se sujeitar menos a adaptações da legislação de trânsito e a questões jurídicas de responsabilidade civil.

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