Flix TV - Assista TV no PC

28 chegam a acordo sobre clima e energia

Até aqui, tem existido um cenário de estrangulamento da rede, na fronteira da península ibérica com França. Apesar dos objectivos agora estabelecidos não serem obrigatórios – ao contrário do que defendia Portugal -, Durão Barroso acredita que acordo é positivo para Portugal.

“Assumiu-se um objectivo” para a o aumento das estruturas de transportes de energia, nas interligações da Península Ibérica com França “de 10 porcento até 2020 e de 15 por cento até 2030″, adiantou Durão Barroso, desvalorizando o facto de se tratares de metas indicativas, já que vai também ser criado “um programa muito concreto de monitorização, pela Comissão Europeia, incluindo o compromisso formal, de que o objectivo será atingido em 2030″.

Portugal resistiu até ao último momento, para incluir nas conclusões do conselho europeu metas obrigatórias, para a construção de infraestruturas para a exportação de energia para a Europa. E, o acordo só foi alcançado depois de uma reunião, à margem da Cimeira, na qual Angela Merkel, Herman Van Rompuy, François Hollande e Durão Barroso convenceram Passos Coelho a não chumbar o pacote sobre clima e energia.

O governo português chegou a Bruxelas disposto a chumbar a proposta da Comissão Europeia que define os objectivos climáticos para as próximas décadas, caso os interesses do país na ligação da rede ibérica de energia à Europa, através dos Pirineus, não fossem atendidos.

“Um acordo sobre clima e energia que não inclua, de uma forma decisiva as interligações, não poderá contar com o apoio de Portugal”, afirmava o ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, numa altura em que o encontro dos 28 já decorria.


Continue reading

Antes dos Monty Python, John Cleese e companhia já eram “At Last”

“E agora algo completamente diferente.” É uma das frases mais emblemáticas dos Monty Python, que deu origem a uma longa-metragem de sketches, lançada em 1971. Mas a sua génese remonta a At Last the 1948 Show, o formato de humor que a estação britânica exibiu entre 1967 e 1968 e que contava com dois dos comediantes, John Cleese e Graham Chapman, que iriam formar, logo após o fim do programa, aquele que ainda hoje é considerado o mais aclamado grupo da história do humor.

As boas notícias? A Filmoteca Britânica anunciou ontem ter encontrado dois episódios da série que serviu de génese aos Monty Python, e que contava ainda com Tim Brooke-Taylor, Marty Feldman eAimi MacDonald, e que se julgavam desaparecidos há 47 anos, desde que foram exibidos na televisão britânica.

Os dois capítulos de At Last the 1948 Show, que na altura marcou a indústria do humor com o seu tom insólito e irreverente, são o primeiro e o último episódios do formato e foram encontrados nos arquivos privados de David Frost. Foi a própria família do conceituado jornalista, de resto, que pediu à Filmoteca Britânica para investigar o material colecionado por Frost, que foi o produtor executivo do At Last the 1948 Show.

Leia mais no e-paper do DN


Continue reading

O arquiteto que ia mudar o Parque Mayer ainda divide opiniões

Pedro Santana Lopes recorda que sempre que Frank Gehry chegava ao Parque Mayer, em Lisboa, era como entrar no País das Maravilhas de Alice. “Nunca me hei de esquecer. Sempre que ele andava por lá, era como estar no Wonderland”, lembra ao DN o atual provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Em 2003, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa escolheu o arquiteto norte-americano para o projeto de requalificação do Parque Mayer, que acabou por não se concretizar.

Hoje, Frank Gehry, atualmente com 85 anos, recebe o Prémio Príncipe das Astúrias das Artes, na mesma semana em que foi inaugurado o polémico edifício da Fundação Louis Vuitton, da sua autoria, além de ter aberto ao público a primeira retrospetiva da sua obra na Europa, no Centro Pompidou, em Paris.

Frank Gehry junta-se a uma lista de premiados como Norman Foster, Michael Haneke, Bob Dylan, Pedro Almodóvar, Woody Allen ou Oscar Niemeyer. Os portugueses Joaquim Veríssimo Serrão (ciências sociais), António Damásio ( investigação científica e técnica) Mário Soares e a Universidade de Coimbra (ambos no âmbito da cooperação internacional) também já foram distinguidos pela Fundação Príncipe das Astúrias.

Ontem, numa conferência de imprensa em Oviedo, voltou a ser polémico por outras razões: mostrou o dedo do meio aos jornalistas depois de lhe perguntarem como respondia aos que o acusam de praticar arquitetura-espetáculo. Sempre de dedo levantando, Frank Gehry foi respondendo a outras perguntas até que acabou por pedir desculpa.

Leia mais no e-paper do DN


Continue reading