River Plate 0 x 1 Cruzeiro – Marquinhos

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Em mais uma final de NBB, Marcelinho não pensa em parar e sonha com Olimpíadas


fonte: Reprodução/Site Oficial


Em mais uma final de NBB, Marcelinho não pensa em parar e sonha com Olimpíadas

Em mais uma final de NBB, Marcelinho não pensa em parar e sonha com Olimpíadas

No próximo domingo (24), no Rio de Janeiro, acontece a primeira partida da final do Novo Basquete Brasil (NBB) entre Flamengo e Bauru. Quem estará em quadra em sua terceira final consecutiva é Marcelinho Machado com seus 40 anos.

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Em entrevista exclusiva à Rádio Jovem Pan, o ala rubro-negro elogiou o adversário, mas acredita em equilíbrio na decisão. “O Bauru vem de uma campanha muito boa, estão fazendo uma temporada muito boa. Porém, nosso time também é muito forte, com muitos jogadores de altíssimo nível”.

Questionado se estará atuando em sua última final, Marcelinho rechaçou que para de jogar esse ano. Eu penso em parar, pois sei que estou mais próximo do fim do que do início. Ainda me sinto muito bem e tenho certeza que este não é meu último ano.

O ala comentou que já está planejando o futuro fora de quadra. “Quero trabalhar em alguma coisa envolvida com o esporte. Acredito que eu possa me sair melhor em algo de bastidores, como um manager, e não como técnico. Tenho feito alguns cursos de administração esportiva e estou me formando em marketing”.

Ainda jogando em alto nível, Marcelinho foi cauteloso sobre sua possível presença nas Olimpíadas. “Estou pensando passo a passo. Hoje penso na final do Flamengo. Depois pensarei na outra temporada. Se eu estiver me sentindo bem e se o técnico achar que deve ser assim, não vejo por que não ir. Mas acho que ainda está muito longe e depende muito do meu rendimento de momento”.

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Entrevista com Marcelinho Machado

Entrevista com Marcelinho Machado

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Governo federal promete “enfrentamento duro” à entrada ilegal de haitianos


fonte: Folhapress


Governo federal promete “enfrentamento duro” à entrada ilegal de haitianos

Governo federal promete “enfrentamento duro” à entrada ilegal de haitianos

O governo federal pretende combater com mais rigor a entrada ilegal de haitianos no Brasil. Além de tomar medidas internas no que diz respeito à segurança e à fronteira, o intuito é negociar com países vizinhos para que haja um enfrentamento mais drástico às organizações criminosas que atuam no transporte dos haitianos para o Brasil.

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Nos próximos dias, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai visitar o Peru, Equador e a Bolívia com o objetivo de construir soluções conjuntas para evitar que a migração ocorra de forma ilegal. Segundo ele, os chamados “coiotes” – pessoas que prestam serviço de atravessar fronteiras ilegalmente – “colocam os haitianos no Brasil de forma ilegal, trazendo sofrimentos e riscos” a eles.

Depois de se reunir com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e com o governador do Acre, Tião Viana, no Palácio do Planalto, Cardozo falou em um “enfrentamento duro” aos criminosos, após conclusão que o governo não tem ainda “a medida certa para enfrentar” o problema. Além disso, segundo ele, há uma necessidade de melhorar a coordenação para que os demais estados, além do Acre, passem a acolher os haitianos de “forma harmoniosa”.

De acordo com Tião Viana, a imigração ilegal já gerou um gasto de R$ 25 milhões, soma dos últimos quatro anos, dos quais R$ 11 milhões foram gastos pelo governo do Acre e R$ 10 milhões pelo governo federal. Para Cardozo, os haitianos são as vítimas e não os vilões desse processo, que envolve inclusive a cobrança de altos custos para a travessia.

“Eles poderiam pagar passagem aérea com o que pagam com os coiotes”, disse o ministro. O governador do Acre concorda que a “grande solução está no Haiti”, com campanhas que estimulem a migração legal dos haitianos para o Brasil.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil // Edição: Aécio Amado

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Fundação Miró organiza exposição com 114 obras do artista no Brasil


fonte: Reprodução


Fundação Miró organiza exposição com 114 obras do artista no Brasil

Fundação Miró organiza exposição com 114 obras do artista no Brasil

A Fundação Joan Miró organizou no Brasil a exposição “Joan Miró – A força da matéria”, que reúne 114 obras deste artista catalão como pinturas, desenhos, esculturas e obra gráfica realizadas entre os anos 1931 e 1981.

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Segundo informou nesta sexta-feira (22) a Fundação, esta é a primeira exposição que esta entidade organiza no Brasil, que estará aberta de 24 de maio a 16 de agosto no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e de 2 de setembro a 14 de novembro na sede do MASC, o Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis.

Na exposição, dirigida por Rosa Maria Malet, “é destacada a vontade de Miró de alcançar a pureza da arte, além da pintura convencional, e sua experimentação constante com técnicas, suportes e diferentes procedimentos que o levaram ao desenvolvimento de uma nova cultura da matéria”, segundo as mesmas fontes.

Os visitantes poderão ver 66 obras do fundo da Fundação Joan Miró de Barcelona, além de outras pertencentes à família do pintor, distribuídas em quatro salas. Na primeira sala figuram telas e desenhos de entre 1931 e 1944, a maior parte produzidos sob a influência da Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial, que sintetizam a tragédia do momento e mostram a nova linguagem simbólica de Miró.

A mudança de Joan Miró, em 1956, à ilha mediterrânea de Palma de Mallorca, onde seu amigo, o arquiteto Josep Lluís Sert, tinha desenhado uma oficina para ele, é o ponto de partida das peças expostas na segunda sala, na qual é possível ver o desejo do pintor de conseguir uma manifestação artística cada vez mais anônima.

A terceira sala reúne uma série de obras dos anos 70 nas quais Miró continua questionando o sentido final da pintura sem chegar nunca a abandoná-la, com obras nas quais fura suas telas, utiliza suportes incomuns reciclados como madeiras, papéis de vidro e pinturas de estilo pompier, para modelar sua arte, provocar o espectador e questionar o valor econômico da obra de arte.

O último espaço da exposição é dedicado à obra escultórica e gráfica de Miró, e destacam seus trabalhos com Carbeto de silício -um abrasivos artificial que tem como base o carvão em pó e silício-, que lhe permitem enriquecer a matéria e potencializar o traço das gravuras.

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