Uso de frequencímetro é um aliado na hora de praticar exercício físico 

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Por fofocas

Nova York, EUA. Qual é a melhor maneira de usar um monitor de frequência cardíaca com o intuito de entrar em forma? O monitor de frequência cardíaca pode ser útil no treino de corredores e outros atletas, experientes ou iniciantes. Preso a uma alça, o dispositivo pode ser usado ao redor do peito, no pulso ou até na cabeça e ajuda as pessoas a realizarem seu treino na intensidade correta.

Como a maioria não possui tela, para visualizar sua frequência é preciso conectá-lo a um relógio esportivo ou aplicativo para smartphone. Outro recurso que pode ser interessante é a capacidade de definir zonas pessoais de frequência cardíaca, exibir gráficos e estimar as calorias perdidas.

A primeira coisa a fazer é estabelecer uma frequência cardíaca ideal para o seu treino.

Isso pode ser feito por meio do cálculo da frequência cardíaca máxima com o uso da fórmula 211 menos 64% de sua idade. A Associação Americana de Cardiologia recomenda que seu treino fique na faixa de 50% a 80% da frequência cardíaca máxima, de acordo com seus objetivos. Isso funciona para uma frequência cardíaca máxima de 180 batimentos por minuto para uma pessoa de 48 anos e nível de treinamento de 90 a 153 batimentos por minuto.

Pessoal. Uma maneira de descobrir essa zona ideal usando menos cálculos e de forma mais personalizada consiste em definir sua frequência cardíaca inicial pessoal. Essa frequência pode ser medida durante o treino a um ritmo constante em que seja possível conversar. O especialista Neal Henderson foi treinador de ciclistas de elite, triatletas e competidores olímpicos e recomenda esse método que usa a conversa.

Varie seu treino: em determinado dia, mantenha sua frequência cardíaca inicial, no outro, planeje um treino intenso e com intervalos, que aumente a frequência cardíaca em 20 a 40 batimentos por minuto em relação à inicial para ganhar velocidade. Em um dia de recuperação, realize exercícios de menor nível e mantenha sua frequência cardíaca bem abaixo da inicial para ganhar resistência.

Com o passar do tempo, conforme você for ganhando forma física, perceberá que pode realizar treinos mais prolongados e velozes mantendo a frequência cardíaca inicial.

Flash

Tênis. Os meninos que correm atrás das bolinhas de tênis no US Open, nos EUA, estão vestindo a camisa “inteligente”.

Camisa tem sensor biométrico

A Ralph Lauren desenvolveu camisas com tecnologia para monitorar os dados biométricos de seus usuários. Criada como parte de um empreendimento com a empresa OMsignal, a camisa parece despretensiosa à primeira vista: é preta, apertada e conta com o símbolo clássico da empresa.

Mas entremeados no tecido estão fios revestidos de prata condutora e uma série de sensores que monitoram a respiração, a frequência cardíaca e os níveis de estresse dos usuários. Esses dados são recolhidos em uma caixa preta ligada à camisa e podem ser visualizados em um aplicativo de smartphone.

A fabricante de roupas afirma que até o fim do ano haverá mais camisas com essa tecnologia.

O monitor de frequência cardíaca conta com uma cinta transmissora usada no peitoral, aliada a um receptor do tamanho de um relógio no pulso do atleta.

Durante o exercício, a cinta capta o sinal eletrocardiográfico (do coração) e o transmite para o receptor no pulso.

Os modelos mais simples de frequencímetros mostram apenas a frequência cardíaca. Já aqueles com um pouco mais de recursos exibem cronômetro, por exemplo.

Por outro lado, os modelos mais avançados – consequentemente mais caros – contam com dois cronômetros, programações para o atleta, tempo de recuperação, memória para armazenar os dados do exercício, além de capacidade de transferir os dados para o computador.

Fonte: O Tempo


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Airbus culpa pilotos, TAM e Infraero pela tragédia em 2007

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Em defesa na Justiça, fabricante aponta desorganização da empresa e da estatal

TAM não comentou e Infraero disse que pista tinha boas condições; ação pede ressarcimento por indenizações pagas

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

A fabricante Airbus disse à Justiça que os dois pilotos, a TAM e as condições de Congonhas são os responsáveis pelo acidente em que um avião, ao tentar pousar no aeroporto paulistano, cruzou toda a pista e explodiu contra um prédio, em 17 de julho de 2007.

Foi o maior desastre da história com uma empresa aérea brasileira: 199 mortos.

É a primeira vez que vêm à tona declarações da Airbus sobre as causas do acidente. A empresa europeia fabrica o A320, modelo que se acidentou. Em público, ela nunca havia atribuído culpa aos envolvidos –a TAM é sua maior cliente na América Latina.

As declarações estão em processo cível a que a Airbus responde na Justiça. A ação foi movida pela Itaú Seguros, seguradora da TAM e, como tal, incumbida de pagar as indenizações em razão da tragédia.

A Itaú está processando a Airbus para tentar reaver o que gastou; para isso, argumenta ter havido falha no projeto da aeronave, o que a fabricante nega. A ação tem valor de R$ 350 milhões.

Ainda não há sentença.

Ao se defender no processo, a Airbus sustenta que o comandante Kleyber Aguiar Lima e o copiloto Henrique Stefanini Di Sacco, que morreram na tragédia, são os principais culpados. E TAM e Congonhas, administrado pela Infraero, contribuíram para que o desastre ocorresse.

Os pilotos, segundo a fabricante, não usaram o procedimento correto para um avião com um reversor inoperante, caso do A320 naquele dia.

O reversor é um dispositivo nas turbinas que ajuda a aeronave a frear –desde quatro dias antes do acidente, estava desativado.

Em 2006, a Airbus havia determinado que, mesmo com um reversor sem operar, os dois manetes (que controlam a potência do avião) teriam de ser puxados para trás logo depois da aterrissagem.

Esse movimento, que aciona os reversores, deveria ser feito mesmo com um deles inoperante, para evitar que a assimetria dos manetes pudesse descontrolar o avião.

O comandante Lima, afirma a Airbus em sua defesa, colocou um dos manetes em posição errada, a de aceleração, o que fez o avião não parar logo depois de pousar.

É a mesma conclusão a que chegou a Polícia Federal em relatório de 2009.

SEM PROVAS

A Aeronáutica, que investigou o acidente, não achou provas que apontassem responsabilidade dos pilotos. Elencou apenas hipóteses: erro dos pilotos ou do projeto da aeronave, que não alertou a tripulação da assimetria.

A Airbus nega ter havido erro seu. E diz que o copiloto Di Sacco poderia ter visto a assimetria e avisado o comandante, mas não o fez. Contribuiu para isso a sua falta de experiência, segundo a fabricante.

Os erros dos pilotos foram possíveis, continua a Airbus, em razão do “ambiente permissivo e desorganizado na companhia aérea e pela desorganização administrativa em que se encontrava a aviação civil no Brasil –essas as concausas do acidente”.

Nenhuma das envolvidas (Airbus, TAM, Infraero e Itaú) quis falar sobre o processo –a Infraero se resumiu a dizer que a pista de Congonhas estava e está em boas condições.

Fonte: UOL


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Vídeo: Conheça as principais fraudes em caixas eletrônicos

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O usuário de terminais de autoatendimento deve ficar atento para não reforçar as estatísticas de vítimas de fraudes bancárias, alerta Luiz Sacco, diretor da SafetyPay, empresa de tecnologia da informação.

“Um golpe comum é o cliente colocar o cartão e perceber que tem algum mecanismo que captura as informações para usá-las depois, em uma clonagem”, diz.

Para verificar se o caixa tem algum dispositivo de fraude, o cliente pode fazer alguns testes, como digitar a senha errada. Se a operação prosseguir -e não for recusada, como seria de se esperar-, é sinal de que o terminal pode estar sendo intermediado por golpistas.

Uma forma de prevenção é fazer transações em caixas localizados em ambientes mais vigiados, como shoppings.

Assista à entrevista completa abaixo:

Veja vídeo

Assista ao vídeo em tablets e celulares

Fonte: UOL


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