Mavs vencem Heat e continuam luta para acesso aos playoffs da NBA

Mavs vencem Heat e continuam luta para acesso aos playoffs da NBA
... Read more »
January 31, 2015 / 0

Como ter internet de graça no ANDROID sem ROOT




Descrição

Mais de um milhão de pessoas em todo o mundo já estão usando a ferramenta de evasão censura do Psiphon para acessar sites e serviços que são bloqueados ou não disponível através do seu provedor de serviços de Internet normal. Se é para acessar sites que seu provedor está bloqueando, ou para adicionar uma camada de proteção na utilização de serviços Wi-Fi aberta, Psiphon é a melhor ferramenta para acessar a Internet aberta.

  • 1- Instalar o aplicativo Psiphon
  • 2- Clique em start e aguarde o P ficar azul e já esta conectado!




style="display:block"
data-ad-client="ca-pub-4204374415687489"
data-ad-slot="1518864452"
data-ad-format="auto">

Características:
• modo de VPN (-device todo) do navegador ou, então você pode escolher se quer túnel tudo ou apenas o seu navegador web.
• In-app estatísticas dizendo que a quantidade de tráfego que você está usando.
• gratuito para uso pessoal! Contacte-nos directamente para o licenciamento das empresas.
• Destaque em BestVPN.com: http://www.bestvpn.com/blog/6943/evade-internet-censorship-with-psiphon .
• Psiphon é um projeto open source. Você pode encontrar o nosso código e design documentos de origem na home page do projeto:https://bitbucket.org/psiphon/psiphon-circumvention-system .

Acesso

O post Como ter internet de graça no ANDROID sem ROOT apareceu primeiro em TukEmperial.

Fred ignora crise e renova com o Flu: “Mais quatro anos no time que amo”

 

A torcida do Fluminense foi obrigada a se despedir do ídolo Conca, que assinou com o Shanghai Dongya, mas ganhou um alento nesta sexta-feira: a renovação do contrato de Fred por mais quatro anos.

“Quero agradecer ao Flu por tudo o que fizeram por mim. Tenho a chance de ficar mais quatro anos no time que amo. Eles me mostraram que, nesse momento complicado, eu poderia ser importante para os jogadores mais jovens, que estão chegando agora. Então aceitei o mais rápido possível e avisei o Mário que ficaria por mais esse tempo. O Fluminense me fez crescer muito, me fez capitão. Cresci como atleta, como homem”, explicou o atacante, referindo-se ao momento difícil vivido pelo Tricolor após o rompimento com a ex-parceira Unimed.

“Quando a Unimed anunciou que ia sair do Fluminense, eu estava na roça e sem internet. Meu irmão me ligou e avisou, depois vi os jogadores com fim de contrato saindo, alguns profissionais do clube indo embora… Demorei mais ou menos uma semana para entender o que estava acontecendo no clube. Falei com o Mário (Bittencourt, vice de futebol do clube) e uma semana depois ele anunciou as renovações com o Gum e o Cavalieri, que são duas referências pro clube e pro torcedor, então vi que eles se movimentando para melhorar as coisas”, declarou Fred, aproveitando para comentar a proposta que recebeu do futebol chinês.

“Quando meu irmão me trouxe a proposta da China, era uma coisa absurda. Era 70% líquido a mais do que vou ganhar aqui. Mas aceitei ficar porque minha permanência é uma forma de retribuir e encerrar a carreira em um clube que amo. Coloquei na balança algumas coisas. Minha família queria que eu fosse para China, explicou, aproveitando para exaltar o time das Laranjeiras.

“Na minha chegada em 2009, o Flu foi um clube que abriu portas pra mim. Naquele momento, eu visualizava o clube que ia me fazer como vitrine, onde eu poderia chegar à Seleção Brasileira. O clube que ia me levar pra perto da minha casa, da minha família, da minha filha. Hoje essa permanência está sendo um pouco diferente porque, como falei antes, consegui construir muita coisa aqui dentro. E foi confirmado depois da Copa que realmente aqui é minha segunda família. O apoio que me deram depois da Copa, o que fizeram por mim… não é normal dentro de um clube de futebol”, elogiou o ídolo tricolor.

Questionado sobre as polêmicas envolvendo o Campeonato Carioca e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Fred foi categórico.

“Eu tenho acompanhando as polêmicas, as decisões fora de campo. Nós jogadores vamos fazer de tudo pra melhorar o nível técnico dentro do campo, esse é o papel do atleta, é o que cabe a nós. Mas o que eu peço e o que eu quero é que o futebol ande para frente, que todos os clubes consigam andar de mãos dadas com as federações para conseguir melhorias para os atletas, para os times, para os torcedores. O que estou vendo aqui no meu clube é justamente isso. Não tenho nada contra Volta Redonda, jogar no Moça Bonita, mas é triste ter que jogar nesses outros estádios sendo que o Maracanã é a casa do torcedor tricolor”, desabafou o atacante, autor de 139 gols em 224 jogos com a camisa do Fluminense – alcançando uma média de 0,62 por partida e conquistando os Brasileiros de 2010 e 2012, além do próprio Carioca em 2012.

 

Divulgação/Fluminense F.C.

O atacante exaltou seu amor pelo Fluminense e desabafou sobre as polêmicas envolvendo a Ferj e o Carioca

 

Sem Vila Nova, Goianão coloca à prova ‘briga’ de Atlético e Goiás

 

Juliana Arreguy, especial para a GE.Net Goiânia (GO)

Com início previsto para 31 de janeiro, o Campeonato Goiano de 2015 apresentará algumas surpresas, embora ainda tenha os favoritos de sempre. Sem o Vila Nova, rebaixado no ano anterior, o Estadual terá como principal clássico o confronto entre Atlético-GO e Goiás, ambos considerados os clubes com maior probabilidade de conquistar o título.

Existente desde 1944, o campeonato era inicialmente disputado por cinco equipes. Hoje, com dez times brigando pelo título, o Goiano tem ficado nas mãos dos rubro-negros e esmeraldinos desde 2008. Campeão no ano passado, o Dragão quebrou uma sequência de equilíbrio com o Goiás, de oito empates, ao marcar um gol nos minutos finais da última partida no Estadual de 2014.

Após conquistarem o acesso no ano passado, Itumbiara e Caldas Novas chegam ao Goiano de 2015 com o objetivo de assustar os grandes e permanecer na elite.

 

Divulgação

Em 2014, o Atlético-GO foi campeão  estadual

Favoritos ao título

O Estadual será o primeiro campeonato do Atlético sob comando do técnico Marcelo Chamusca. O treinador defendia que o maior tempo de preparação para a temporada seria fundamental para que a equipe iniciasse o ano com um bom desempenho.

Para 2015, o clube apresentou seis reforços: o zagueiro Mateus Alonso, que veio da Portuguesa, o lateral Murilo, que conquistou o acesso com o Joinville em 2014, Rafael Diego, zagueiro que já passou por Avaí e Joinville, o goleiro Rafael Roballo, que ficará na reserva de Márcio após as saídas de Roberto e Toni, e duas revelações do Flamengo, o atacante Rafinha e o volante Recife. A equipe também contará com Thiago Rômulo, que retornou de empréstimo do Itumbiara.

Saindo da base, Luiz Fernando, que disputou a Copa São Paulo deste ano, foi convocado pelo treinador para integrar o elenco principal. A joia da casa terá sua primeira oportunidade no profissional e deve ficar no meio-campo rubro-negro após a saída de Jorginho para o futebol sul-coreano. A permanência de Marcus Winícius e Thiago Primão, emprestado pelo Coritiba, mostra o interesse da equipe em repetir a boa temporada realizada não só no Estadual como na Série B do Campeonato Brasileiro, na qual ambos os jogadores se destacaram garantindo o sétimo lugar ao clube.

 

Divulgação/Atletico-GO

Márcio chegou ao Atlético-GO em 2007 e se tornou ídolo da torcida (Foto: Guilherme Salgado)

 

Outro nome forte dentro da equipe é o goleiro Márcio, que renovou com o clube por dois anos. Ídolo da torcida e em boa fase, o arqueiro é uma referência no elenco, principalmente pelo número de jogadores jovens que integram a equipe principal nesta temporada.

Já o Goiás também terá a estreia de seu treinador, Wagner Lopes, à frente do elenco em um campeonato. Com novos atletas contratados, alguns jogadores que foram pouco aproveitados em 2014 brigam por uma vaga no elenco titular, como Alex Alves, Wellington Jr e Rodrigo.

Para esta temporada, foram cinco os reforços apresentados: os atacantes Ruan (do Paysandu), e Bruno Henrique (que defendia o Itumbiara), o zagueiro Júnior Lopes (ex-Guarani de Sobral), o lateral Bocão (do Avaí), e o lateral esquerdo Diogo Barbosa, que veio do rival Atlético-GO.

O retorno do meia Felipe Menezes, que estava no Palmeiras, é outra novidade à favor da equipe esmeraldina. Revelado pelo próprio clube, o jogador volta para o Goiás mais experiente após passagens por Benfica, de Portugal, e Botafogo, até chegar ao futebol paulista.

Divulgação/Goiás E.C.

Felipe Menezes chegou do Palmeiras para integrar o elenco do Goiás nesta temporada

 

A renovação de Esquerdinha também representa um ponto positivo para o time. Campeão do Paulistão pelo Ituano em 2014, o jogador foi contratado pelo Goiás logo em seguida e conseguiu agradar o clube com o futebol apresentado. Será seu primeiro estadual com a camisa esmeraldina.

Mas o nome forte do clube para o campeonato é o atacante Erik, de apenas 20 anos. Eleito a revelação do Campeonato Brasileiro de 2014, o jogador iniciou sua carreira como profissional no Goiano do ano passado e deve iniciar sua primeira competição como protagonista.

Surpresa do campeonato

Com 20 reforços para a temporada 2015, o Itumbiara entra no Estadual deste ano de cara nova. Com contratações como o meia Hernane, que atuou pelo Vasco e estava no Qatar, e o goleiro Rodrigo Calaça, ex-jogador do Goiás, o clube tem se focado em construir uma equipe competitiva para garantir o goiano deste ano.

Erik, destaque do Goiás, avalia o Itumbiara como uma surpresa “interessante”. O clube foi o último time do interior do estado a vencer a competição, em 2008, e conquistou o acesso à primeira divisão do Campeonato Goiano no ano passado.

“O próprio Itumbiara, que tem alguns jogadores do Goiás que foram emprestados para lá, pode apresentar um jogo interessante”, admitiu o atleta em entrevista à GazetaEsportiva.net.

 

Divulgação

O lateral Wellington Saci foi um dos grandes nomes da campanha do Itumbiara em 2008

 

Ausência notada

Rebaixado no ano passado, o Vila Nova ficará de fora do Campeonato Goiano em 2015. A equipe havia caído apenas uma vez, no ano de 2000, mas nunca havia deixado de disputar a primeira divisão da competição. Isso porque a Divisão de Acesso era realizada no mesmo ano da primeira divisão, ocorrendo no segundo semestre. Desta forma, o Vila conseguiu subir, ainda em 2000, e esteve presente no Goiano de 2001, no qual terminou como campeão.

A queda do Vila Nova acabou modificando os planos da Federação Goiana de Futebol. Como a equipe irá disputar a Série C do Campeonato Brasileiro no segundo semestre, a FGF precisou antecipar a data da segunda divisão do Estadual para evitar coincidências nas datas dos jogos.

Sem o Vila, o Campeonato ficará sem assistir um de seus grandes clássicos, realizados entre a equipe e o Goiás. A rivalidade já rendeu partidas interessantes e folclóricas no estado, como a virada do Vila Nova sobre a equipe esmeraldina por 5 a 3 em 1999. A partida, que seguia no placar de 3 a 1 para o Goiás, foi motivo de comentários e lembranças ao longo de anos. Apenas em 2009, sobre o comando de Gilson Kleina, os esmeraldinos conseguiram dar o troco e golear o rival por 6 a 1.

 

Divulgação

Em 2015, Goiás e Vila Nova não se enfrentarão em nenhum campeonato

 

Novo estádio

O Estádio Olímpico de Goiânia, fechado desde 2004, tem entrega prevista para fevereiro de 2015. Caso isso ocorra, alguns jogos do Estadual poderão ser disputados no local. Demolido em 2006 e reconstruído a partir de 2013, o Estádio Olímpico Pedro Ludovico foi o primeiro estádio construído em Goiânia, na década de 1940. Era o local de disputa até a inauguração do Serra Dourada, em 1975. Desde então, foi utilizado paralelamente até 2004, quando foi fechado para obras.

Diante da possibilidade de atuar em um novo local, Erik, jogador do Goiás, acredita que novos ares podem atrair uma média de público maior para o campeonato. “Com certeza é um estádio dos mais tradicionais que temos, e estarei animado para jogar lá. Com ele, o Campeonato Goiano vai ter uma grande média de público”.

A expectativa é que sua abertura atraia os torcedores, principalmente por se encontrar numa área central de Goiânia e de fácil acesso por meio de transporte público. A média de público do campeonato no ano passado foi muito baixa, com pouco mais que 2000 pessoas nos estádios.

 

Divulgação

O Estádio Olímpico tem previsão de entrega para fevereiro de 2015 (Foto: Eduardo Ferreira/Governo de Goiás)

 

Fórmula de disputa e regulamento

O campeonato é disputado em três fases. A primeira delas tem três turnos e começa com a divisão dos dez clubes participantes em dois grupos: A e B. O sorteio dos grupos, realizado em 21 de novembro de 2014, definiu que o Grupo A seria composto por Atlético-GO, Itumbiara, Grêmio Anápolis e Crac, enquanto o Grupo B ficou com Goiás, Caldas Novas, Anapolina, Goianésia e Aparecidense.

Primeira fase – No primeiro turno da primeira fase, cinco clubes do Grupo A enfrentam cinco clubes do Grupo B em jogos de ida. Já no segundo turno, as mesmas equipes se enfrentam novamente em partidas de volta. No terceiro e último turno da primeira fase, as cinco equipes de cada grupo jogam entre si partidas só de ida. A partir deste turno, nenhum jogador novo pode defender um clube, mesmo que esteja retornando de empréstimo. Ao todo são 15 partidas na primeira fase.

Segunda fase – Para a disputa da segunda fase, ou fase Semifinal, quatro equipes são classificadas. Os dois líderes de cada chave e mais duas equipes que tiveram a melhor pontuação entre os oito clubes restantes, independente do grupo ao qual pertenciam (este fator é conhecido no futebol por ‘índice técnico’). Nas semifinais, formam se dois grupos: o Grupo C, no qual o líder do grupo A e o segundo melhor clube com desempenho entre os oito restantes se enfrentam em partidas e ida e volta, e o Grupo D, com o líder do grupo B e o melhor clube classificado por índice técnico também definindo os finalistas em jogos de ida e volta.

Terceira fase – A fase final do Campeonato Goiano consiste na disputa pelo título entre o vencedor do grupo C e do grupo D, também em partidas de ida e volta.

Rebaixamento

Os clubes rebaixados são definidos ainda na primeira fase. As duas equipes que tiverem o pior desempenho dentre todos os times, independente do grupo ao qual pertencem, estão automaticamente rebaixadas para a Divisão de Acesso do ano seguinte.

 

Divulgação

O Goiás é o maior campeão estadual, com 24 títulos

 

Maiores campeões

O maior vencedor da história do Campeonato Goiano é o Goiás, que conquistou 24 títulos. Já o Vila Nova é o segundo clube que mais levantou canecos do estadual, vencendo 15 competições. O Atlético-GO foi o primeiro campeão goiano, em 1944, e levou o título para casa 13 vezes. Vice-campeão daquele ano, o Goiânia (atualmente na segunda divisão do estadual), foi o vencedor no ano seguinte e já conquistou 14 títulos. O Crac foi vencedor em duas ocasiões, enquanto Anápolis e Itumbiara conquistaram apenas um título (em 1965 e 2008, respectivamente).

Desde 2009, a hegemonia ficou entre Goiás e Atlético-GO, que praticamente se revezaram na conquista do campeonato até então.

Jogos da primeira rodada da competição (Horários de Brasília):

31/01 – Goiás x Trindade – 19h30 (Estádio Hailé Pinheiro)
01/02 – Anapolina x Atlético-GO – 17h (Estádio Jonas Duarte)
01/02 – Aparecidense x Itumbiara – 17h (Estádio Aníbal Batista de Toledo)