McDia Feliz: vamos comer Big Mac por uma boa causa hoje?

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Quero convidar todos vocês para uma data que me deixa muito feliz. Porque eu sei que a parada é sério e muuuuito bonita. Hoje, dia 30/8, é a 26ª edição do McDia Feliz, evento realizado pelo McDonald’s para ajudar crianças e adolescentes em tratamento pelo câncer. Essa doença terrível é a maior causa de morte[…] Leia Mais

O macaco e a vadia

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A história da moça flagrada pela TV chamando o goleiro do Santos de macaco é exemplar do momento surpreendente (e assustador) pelo qual estamos passando, em que as pessoas não fazem mais questão nenhuma, ao contrário, de tomar cuidados para expor suas intolerâncias, seus limites e em grande medida sua boçalidade. Mesmo correndo o risco elas mesmas e rapidamente de serem vítimas de práticas semelhantes às que adotam na sua triste vida.

Porque depois de manifestar seu racismo achando que estava protegida pelo anonimato da arquibancada, tolinha, a moça captada em close na TV passou a ser alvo de agressões verbais, de sexismo, de ameaças diversas nos twitters e facebooks da vida. No mínimo foi chamada de vadia…

Olho por olho é a velha ética rediviva e turbinada pelas redes sociais numa velocidade alucinante, veja que bastaram poucas horas para que ela fosse localizada, identificada e vitimada por gente como ela mesma.

Ao xingar o goleiro, a guria não tinha dúvida de que exercia seu direito de expressão e, dane-se, sou apenas mais uma na multidão, mesmo… Ao linchá-la no Face, seus algozes têm certeza de que este tipo de justiçamento é correto, construtivo e legítimo.

E assim vamos nós em meio a uma arena virtual em que se digladiam forças cada vez mais delinquentes e assustadoras, com a velocidade dos terabytes, em vez estar a serviço da sabedoria, mantendo-se atrelada às trevas e ao retrocesso.

Fonte: UOL


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Crítica: Longa sobre empresário que apoiava tortura é exemplar

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Ah, as duplas personalidades! Que estranho ser, esse “Cidadão Boilesen” (TV Cultura, 23h30; 12 anos). Às claras, sujeito bacana, simpático, convivência exemplar. Mas o seu lado sombrio não era menos marcante.

Esse mesmo ser frequentava as masmorras mais sórdidas da ditadura brasileira: os lugares de tortura. Como para demonstrar que nem só de militares vive um regime militar, apreciava a contemplação do suplício. E ainda ajudava, levando novos instrumentos.

Chaim Litewski, autor desse grande documentário, fez um levantamento exemplar dessas duas faces de Boilesen, industrial, dinamarquês, bom sujeito. E, por fim, o torturador que militantes armados fuzilaram numa rua.

Fonte: UOL


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