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Mais »Chloe Grace Moretz vive nas telas uma adolescente entre a vida e a morte

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A atriz Chloe Grace Moretz, mais conhecida como a Hit Girls do recente filme cult “Kick-Ass”, e uma das jovens promessas de Hollywood, vive agora uma adolescente entre a vida e a morte após um acidente de trânsito no qual perde toda a família.

O longa-metragem “Se Eu Ficar”, uma adaptação do livro best-seller de mesmo nome (“If I Stay”, em inglês) da escritora Gayle Forman e dirigido por R.J. Cutler, estreia nesta sexta-feira nos Estados Unidos e no dia 4 de setembro no Brasil.

Mia, a protagonista, é uma adolescente feliz e protegida pelos pais (Joshua Leonard e Mireille Enos, atriz conhecida pela série “The Killing”), que estimulam a paixão da jovem pelo violoncelo, instrumento no qual ela é uma virtuose, até o acidente que acaba com a família ideal.

No leito de um hospital, a jovem tem uma experiência fora do corpo durante o coma, enquanto luta pela sobrevivência.

Forman explicou durante uma entrevista recente em Los Angeles que a história foi inspirada em uma tragédia que a afetou de perto.

“Um casal de amigos e os dois filhos morreram em um acidente terrível. Um dos meninos sobreviveu durante algum tempo. A imagem dele no hospital, quando toda a família havia falecido, me marcou durante muito tempo”, disse.

Menina precoce

Moretz, de 17 anos, admitiu à imprensa que tem coisas em comum com a personagem, como a vocação precoce por sua paixão.

“Quando tinha cinco anos, meu irmão frequentava uma escola de artes dramáticas e me ajudava a ensaiar. Virei uma menina rara, que memorizava monólogos de Shakespeare”.

“Lembro que perguntei a minha mãe e meu irmão se poderia fazer isto por toda a vida”, completou.

Os dois se tornaram os representantes da atriz mirim.

“Minha família é muito parecida (com a de Mia). Me apoiam muito, é genial”, disse a jovem loura de belos olhos verdes.

A jovem, com corpo de modelo mas conserva o olhar de criança, admite que sua infância não foi convencional, mas destaca que há 10 anos sua melhor amiga é a mesma pessoa.

A atriz teve o primeiro papel de destaque aos sete anos, na série de televisão “The Guardian”. Já trabalhou com diretores renomados, como Martin Scorsese em “A Invenção de Hugo Cabret” (2011) ou Tim Burton em “Sombras da Noite” (2012).

Também teve participações em filmes cultuados, como “(500) Dias com Ela”, “Kick-Ass” e “Deixe-me Entrar” (a versão americana do sueco “Deixe Ela Entrar”).

“Por muitas razões, sou uma alma antiga. Ainda menina entendia mais aspectos da vida que outros colegas da mesma idade”, afirma a atriz, que chegará aos cinemas em breve com “O Protetor”, ao lado de Denzel Washington, e “Dark Places”, com Charlize Theron.

Fonte: Yahoo


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Livrarias físicas deixarão de existir por causa da Amazon, dizem especialistas

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Redação em

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22.08.2014 às 11h45

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Se você tem o costume de comprar livros pela internet e está sempre à procura dos melhores preços, certamente já deve estar sabendo que a Amazon começou a vender títulos impressos aqui no Brasil. Lançada na última quinta-feira (21), a seção de livros em papel já conta com 150 mil livros de 2,1 mil editoras brasileiras, com preços e vantagens bem interessantes para quem não dispensa uma boa leitura.

Embora os preços dos livros vendidos pela Amazon sejam bastante atraentes para o consumidor brasileiro, há quem discorde das políticas praticadas pela companhia. Oren Teicher, presidente da American Booksellers Association, é uma das personalidades que é contra a Amazon nos Estados Unidos. Para ele, as livrarias precisam se transformar em espaços de convivências para sobreviver e não tentar repetir o que a Amazon faz – no que ele acredita ser uma estratégia para monopolizar o setor.

“A Amazon é um gigante cujas práticas não fizeram bem à indústria editorial dos EUA. Porque ela não vende só livros, mas qualquer produto. Eles usam o livro para capturar o cliente e vende para ele televisões, roupas, fraldas, tudo o que você imaginar. A Amazon não é saudável para o mercado livreiro”, disse em entrevista ao jornal O Globo.

Segundo Teicher, os livros representam uma porcentagem mínima do faturamento total da Amazon dos EUA. “Jeff Bezos [CEO da Amazon] começou a vendê-los porque percebeu que o comprador de livro é um bom cliente. A ideia é usar a base de leitores e convertê-los em outro tipo de consumidor. Por isso eles dão descontos agressivos”.

Teicher admite que os descontos são o principal motivo para fazer com que o usuário compre o livro em uma loja e não em outra. Contudo, o especialista vê essa manobra como algo que irá impactar negativamente o mercado como um todo no futuro. Mesmo acreditando que os livros impressos não serão extintos, Teicher afirma que a Amazon causará uma ruptura conforme amplia seus negócios no Brasil, principalmente nas livrarias físicas. “Ainda haverá mudanças que nem podemos imaginar, mas os livros físicos não vão desaparecer”, comentou.

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O presidente da American Booksellers Association não é o único a defender a ideia de que as livrarias como espaços físicos terão de lutar contra empresas como a Amazon para sobreviverem. Jason Merkoski também vê anos difíceis para esses locais físicos. Para quem não sabe, Merkoski foi o primeiro evangelista (responsável por disseminar novas tendências) da Amazon, além de ser um dos membros da equipe que desenvolveu o primeiro leitor de livros digitais Kindle, lançado em 2007.

No último domingo, em entrevista ao pessoal do Link, do jornal O Estado de São Paulo, o executivo deu detalhes de como os livros impressos podem chegar ao fim, com base em sua obra Burning the Page: The eBook Revolution and the Future of Reading (ainda sem título em português). “As lojas de livros não conseguirão sobreviver e vão desaparecer. Sobrarão apenas algumas, especializadas em livros impressos, como as que vendem discos de vinil. Vão permanecer no mercado Google e Amazon, infelizmente”, disse.

Segundo Merkoski, o que mais influencia a popularidade dos livros em formato digital é justamente a seleção de títulos. Uma vez que as pessoas consigam encontrar 80% dos livros que buscam no digital, a chance delas migrarem para e-books é de 100% – um processo que demora cerca de três anos a partir do momento que os livros digitais estão disponíveis em um país. Mesmo assim, Merkoski afirma que está cada vez mais difícil trabalhar com editoras hoje porque o mundo delas está em colapso. “As editoras estão confusas e com medo”.

Ele também acredita que essa sensação de falência nas editoras é causada pelo monopólio de varejistas como a Amazon, que retém todos os dados dos clientes (para aprender quem eles são), tudo isso em busca do lucro. “Conheço as pessoas da Amazon. E elas não se importam com o que você quer como consumidor. Elas se importam em como conseguir mais lucro. Uma maneira de fazer isso é empurrando livros populares, negligenciando outros. E infelizmente as pessoas vão aceitar. A curadoria de títulos está na mão dos varejistas”, conclui.

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Fonte: Canal Tech www.canaltech.com.br


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