Vice representará PSB nos estados em que Marina não concordar com alianças

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O deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) confirmou hoje (19) que será vice de Marina Silva na chapa do partido à Presidência da República, que será oficializada amanhã (20) e disse há pouco, no Recife, que Marina, ao substituir Eduardo Campos na corrida ao Palácio do Planalto, não fará o que ela quer, mas o que o Brasil precisa. Ele, que recebeu hoje durante o dia o apoio de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco para compor a chapa ao lado de Marina, disse que representará a legenda nos estados em que Marina não concordar com as alianças.“Marina não será presidente para fazer o que ela quer, será presidente para fazer aquilo que o Brasil precisa, o que o povo exige, o que o povo quer, seja na agricultura, na indústria, na geração de emprego, no desenvolvimento urbano, no transporte público. Vamos dialogar com todos os setores, apresentando o nosso programa de governo”, disse Albuquerque após a missa de sétimo dia em memória de Campos.

Preocupado em manter os acordo firmados por Campos, Beto Albuquerque disse que ele representará o PSB nos palanques em que Marina não apoiar o candidato ao governo estadual. “Fizemos alianças no Brasil de acordo com a realidade de cada região. O presidente Eduardo Campos construiu o que foi possível, o máximo de acordos. Alguns estados não houve acordo e isso não mudará nada. As decisões já foram tomadas. Onde a Marina não estiver, estarei eu representando o Partido Socialista Brasileiro [PSB] e as decisões que o companheiro Eduardo tomou na condição de candidato a presidente”.

Segundo o gaúcho, Renata Campos abriu mão do convite do partido para ser vice de Marina e apoiou seu nome por entender que terá “uma outra tarefa” na disputa. “No diálogo com o partido em Pernambuco, com a família Campos – com a Renata, os filhos, dona Ana [Arraes, mãe de Eduardo], entenderam que a melhor composição que está sendo recomendada à Executiva Nacional [amanhã] é a de Marina, como presidente, e do meu nome como vice. Saio de Pernambuco tendo recebido uma grande missão”, disse Beto Albuquerque.

Notícia originalmente postada pelo Diário de Pernambuco
Fonte: Diário de Pernambuco


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A relação entre as pontes e a mobilidade no Recife

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As pontes do Recife cortam seus territórios e unem lugares, bairros e até cidades, sendo, nos séculos passados, responsáveis pelo desenvolvimento de diversas áreas. Mas engana-se quem pensa que sua utlidade se restringe ao passado. Foram os elevados que deram margem aos deslocamentos pelos eixos norte/sul e leste/oeste, alvos do principal sistema viário em implantação da capital pernambucana, os BRTs.  A relação entre as pontes e a mobilidade é o que trata o livro Pontes do Recife: a construção da mobilidade, do arquiteto José Luiz Mota Menezes.

Com fotos antigas e ilustrações, como as das pontes da Boa Vista, no séxulo XX, e da Madalena, em 1878, a publicação faz uma retrospectiva do surgimento dos elevados e destaca o crescimento horizontal de ruas e avenidas, a partir da concepção das pontes. O livro será lançado às 17h desta quarta-feira, no auditório do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), na Boa Vista, e acompanha um CD com a audiodescrição do conteúdo para deficientes visuais ou com visão reduzida.

Segundo José Luiz Mota Menezes, a ponte Maurício de Nassau, inciada em 1641, contribuiu para o crescimento de bairros como Santo Antônio, São José e Boa Vista. “Antes da ponte a travassia para esses bairros só era possível com a maré mansa porque ali tinha os rios Beberibe e Capibaribe. Com a expansão, na segunda metade do século 18, das moradias na direção das antigas povoações que serviam os engenhos, à exmplo da Várzea, também foram construídos os elevados da Madalena, Torre e Lasserre. Sem ela não teríamos o BRT tão falado”, disse.

As três pontes surgiram, de acordo com o arquiteto, da convivência das pessoas com seus lugares e as facilidades do ir e vir, resultado do planejamento e da busca por qualidade de vida. Outra que funcionou como um sistema integrado foi a ponte da Caxangá. Importante na exportação de alimentos na época, ela, que foi a primeira em formato pênsil (suspensa) construída no Brasil, abria passagem do Recife a São Lourenço. 

Nos dias atuais, seguindo o conceito de ligar lugares e influenciar a mobilidade, um viaduto está em construção no bairro de Dois Irmãos. Quando concluído, ele vai se ligar à bairros como Iputinga, Barbalho e Engenho do Meio. “Vai retirar parte do trânsito pesado da BR-101, que passa pela Cidade Universitária, e vai direto para Apipucos”, acrescentou Menezes.

Notícia originalmente postada pelo Diário de Pernambuco
Fonte: Diário de Pernambuco


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Débora Nascimento é só sorrisos em passeio com José Loreto

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Fonte: Ego (http://ego.globo.com)

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