OMS lança estratégia para combater o vírus ebola 

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Genebra, Suíça. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou ontem uma estratégia de luta contra o surto de ebola na África Ocidental para os próximos seis a nove meses. Mais de 1.300 pessoas morreram neste ano no pior surto desde que o vírus da doença foi descoberto, em 1976.

A OMS está trabalhando em um mapeamento do ebola – um documento operacional de como combater a doença, disse a porta-voz da OMS Fadela Chaib em entrevista coletiva. O documento detalha a estratégia da OMS e dos parceiros de saúde nos próximos meses.

Chaib afirmou ainda que não se sabe quanto tempo a epidemia vai durar. O surto é declarado encerrado em um país se, em dois períodos de incubação (42 dias), nenhum caso for confirmado, disse ela. A porta-voz disse que a OMS deve divulgar detalhes do plano na próxima semana.

NOVOS CASOS. A Nigéria confirmou dois novos casos de ebola. O número total de casos registrados no país é agora 14, segundo o ministro da Saúde, Onyebuchi Chukwu. Há suspeitas de que pessoas que morreram na República Democrática do Congo estivessem infectados pelo ebola.

Alta. Depois de quase três semanas de tratamento, os dois norte-americanos que se infectaram com ebola na Libéria tiveram alta de um hospital em Atlanta, nos EUA.

O médico Kent Brantly, 33, foi liberado anteontem, e a missionária Nancy Writebol, 59, tinha recebido alta na última terça-feira.

A OMS anunciou que vai fazer em setembro consulta sobre uma potencial vacina contra o ebola, já testada com “resultados promissores” em dois profissionais de saúde na Libéria.

Fonte: O Tempo


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Vacinas oral e injetável para combater a pólio 

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Londres, Reino Unido. Tomar vacina contra a poliomielite tanto em sua versão oral quanto no modo de injeção pode aumentar significativamente a imunidade da criança. Essa é a principal conclusão de um estudo publicado na revista “Science” desta semana. Mas a decisão sobre qual tipo de vacina usar ainda é controversa.

Países ricos geralmente optam apenas pela injeção – mais cara, feita de vírus “inativados” ou mortos – para vacinações de rotina, uma vez que a versão oral ainda contém o vírus vivo em forma enfraquecida, que pode ser descartado junto com as fezes, alimentando a epidemia.

Há mais de três décadas, a vacina em gotas desempenha papel fundamental no esforço para erradicar a doença em regiões de conflito, com profissionais de saúde indo de casa em casa e a campos de refugiados. O número de países onde a pólio é registrada caiu de 125 em 1988 para apenas três no ano passado: Paquistão, Nigéria e Afeganistão.

Ameaça. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em maio emergência de saúde pública internacional, citando surtos em pelo menos dez países, com casos mais graves na Síria, na Somália e no Iraque. Em junho, a OMS anunciou ter descoberto o vírus também no Brasil, que utiliza os dois tipos de vacina.

No entanto, pesquisadores resolveram testar as duas vacinas em mil bebês e crianças de 10 anos. O estudo foi feito em 2011, último ano em que o país registrou um caso de pólio. Todas receberam uma dose da vacina em gotas contra a poliomielite e outra na forma injetável como reforço. Quatro semanas mais tarde, pôde-se constatar que as aplicações em agulhas agiram melhor para a imunidade intestinal das crianças.

A OMS informou que a estratégia de combinação já estava começando a ser usada em campanhas de vacinação em massa em algumas áreas duramente atingidas por conflitos e em países em desenvolvimento.

Fonte: O Tempo


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Primeiro Museu do Videogame procura espaço para vir a BH

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Fazer uma paixão da infância virar coisa de gente grande não é para qualquer um. Mas foi o que aconteceu com Cleidson Lima, 42, encantado pelos videogames desde pequeno. Sua coleção, que começou em 2006, foi reconhecida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e agora é, oficialmente, o primeiro Museu do Videogame brasileiro.

Sem sede fixa, com seu acervo de 215 consoles e 6.000 títulos de jogos reunidos em casa, na cidade de Campo Grande, ele planeja eventos para levar o museu a várias cidades brasileiras, inclusive Belo Horizonte. “Já fomos procurados por um shopping da cidade”, conta o curador, sem revelar detalhes. “Onde a gente tiver parceiros e patrocinadores, seja do poder público ou da iniciativa privada, a gente vai. A condição é que a entrada do público seja gratuita”. E o melhor: não é para ver, é para jogar de verdade.

O Museu do Videogame já realizou quatro eventos em Campo Grande e teve, ao todo, 450 mil visitantes. Engana-se quem pensa que é coisa para nerds. São famílias inteiras. “Já teve pai na casa dos 40 anos jogando ‘River Raid’, chorando e falando com o filho: ‘Era esse que eu jogava quando tinha a sua idade’”, conta o curador.

Atari, Nintendinho, Master System, Mega Drive, Nintendo 64, Sega Saturn, Xbox, Dreamcast, Game Cube e PlayStation 1 estão lá. Mas nem só de nomes conhecidos do grande público vive o Museu do Videogame. O primeiro jogo do mundo, o Magnavox Odissey de 1972, por exemplo, pode ser visto. “Tem gente no eBay que vende por US$ 10 mil. Eu comprei por US$ 15 num brechó nos Estados Unidos”, conta.

No baú da vovó. Como não é um homem rico, Cleidson Lima usa o que chama de “a estratégia mais divertida de todas” para incrementar o acervo: garimpar. As maiores preciosidades, diz, estão nos guarda-roupas das avós. “O cara sai de casa, a mãe não joga nada fora, fica tudo entulhado lá. Um dia essa mãe enche o saco e doa. Devo ter ganho uns 20 videogames de avós e mães, com caixa e manual”, conta.

Além de procurar em sites de leilão e vendas de garagem na Europa, no Japão e nos Estados Unidos, Cleidson diz que as doações ajudam a aumentar o acervo. Na verdade, foi assim que tudo começou. “Eu coleciono desde 2006. Comecei com uns dez. Os amigos iam jogar fora, me perguntavam se eu tinha aquele determinado console e me ofereciam”, lembra.

Livro à vista. A paixão pelos games também fez de Cleidson Lima um pesquisador. Ele prepara agora o “Almanaque do Videogame – O Guia do Colecionador”, que deve reunir imagens e informações sobre mais de 500 consoles em 42 anos de história dos games eletrônicos. “Nem para o meu mestrado em convergência digital eu estudei tanto quanto estou estudando para fazer o livro. A internet tem muita informação furada”, diz o pesquisador, que comprou vários dos aparelhos de que falará.

Flash

Mundo gamer. O Museu do Videogame é mais que uma exibição. Tem palco, simuladores de corrida, muitos videogames atuais, campeonatos de jogos e de cosplay, entre outras atividades.

Fonte: O Tempo


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